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O Rel Inter é o Portal de Relações Internacionais que surgiu da iniciativa de auxiliar futuros estudantes, atuais estudantes, bacharéis, mestres e doutores em Relações Internacionais que se interessem por este estudo na área cultural, acadêmica e profissional.   

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Reformas no Conselho de Segurança da ONU?

 

por RODRIGO GENESS ALVES *

Há décadas a sociedade internacional pede por uma reforma no Conselho de Segurança das Nações Unidas. Este órgão tem o poder de autorizar uma intervenção militar em qualquer país e trata de todos os conflitos e crises políticas do mundo para verificar a necesidade de intervenções militares ou missões pacificadoras.

 

O Conselho de
Segurança é composto por apenas 15 países-membros dos 193 países existentes no mundo, sendo 5 países-membros permanentes, dentre estes 5 membros não há representante do continente africano e nem oceânico, apenas um no continente americano (Estados Unidos), apenas um do continente asiático (China) e três representantes do continente europeu, (Reino Unido, França e Rússia). De qualquer, forma vamos considerar a Rússia mais europeia que asiática por duas razões: a capital Moscou é uma cidade europeia e a colonização expandiu-se do território russo europeu em direção ao asiático, e não o contrário.

 

Os outros 10 membros são rotativos e têm mandatos de apenas 2 anos, havendo renovação anual de cada 5 membros, ou seja, não há estabilidade política e nem possibilidade de um bom introsamento político entre os membros rotativos a longo prazo, por causa da anual rotatividade de 5 membros.

Uma resolução do Conselho de Segurança é aprovada se tiver maioria de 9 dos quinze membros, inclusive os cinco membros permanentes. Um voto negativo de um membro permanente configura um veto à resolução que pára todo o andamento de uma resolução e não leva a lugar algum. A abstenção de um membro permanente não configura veto.

 

Estamos vivendo uma nova ordem mundial onde há importantes países que têm respeito e credibilidade de seus vizinhos, e de uma grande parte da sociedade internacional em tomar decisões importantes para a comunidade internacional. Para haver uma reforma de fato no Conselho de Segurança, teria que haver uma ampliação tanto dos membros permanentes, quanto dos membros rotativos.

Em primeiro lugar, deveria acabar com o poder de veto dos membros permanentes para agilizar o poder decisório e em segundo lugar, deveria o número de membros permanentes ser ampliado de 5 para 15 membros, sendo estes distribuídos respectivamente nas Américas com 3 membros (Estados Unidos, Brasil e México), na Europa com 4 membros (Reino Unido, França, Alemanha e Rússia), na Ásia com 4 membros (China, Índia, Japão e Turquia), na África com 3 membros (África do Sul, Egito e Nigéria) e na Oceania 1 membro (Austrália).

 
O número de membros rotativos deveriam passar de 10 para 16 membros com mandatos de 4 anos havendo renovação de 8 membros rotativos a cada 2 anos. Entre esses membros rotativos devem ser distribuídos nas Américas com 4 membros, na Europa com 4 membros, na Ásia com 4 membros, na África 3 membros e na Oceania 1 membro.

 

Somando os 15 membros permanentes mais os 16 membros rotativos dá um total de 31 membros, e toda resolução deve ser aprovada por mais de dois terços dos votos, neste caso, 21 dos 31 membros.

A Organização das Nações Unidas foi criada pelos Estados, é mantida pelos Estados e deve funcionar conforme a vontade da maioria dos Estados para cumprir o seu papel como entidade máxima no sistema internacional. Nos dias de hoje é difícil identificar se há propósitos, todavia não há reformas claras.

  

Enquanto houver o poder de veto para os membros permanentes e a falta de vontade política na elaboração de um poder decisório mais igualitário por parte dos representantes dos Estados, tanto a Organização das Nações Unidas e o seu principal órgão decisório, o Conselho de Segurança, continuarão desatualizados às realidades do sistema internacional e apenas servirão de adorno aos seus membros. 

                                                                                                    FONTE: Genessalves's Blog

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União Européia: Supranacionalidade e Soberania

 

                                                                                              por RODRIGO GENESS ALVES *

 

Este trabalho se propõe a discutir sobre o funcionamento do processo de integração da União Européia (UE) e analisar os questionamentos envolvendo a União Européia, Supranacionalidade e Soberania. 
Esta pesquisa tem intenção em analisar: os antecedentes da EU; as instituições e órgãos da UE; o processo de integração, a cidadania da UE e o direito comunitário. Ao relatar e ao analisar o processo de integração passo a passo, busca-se a resposta sobre as questões de Nacionalidade e Supranacionalidade e onde ou como a soberania entra nessa balança conceitual.

 

O arquivo completo deste Trabalho de Conclusão de Curso em Relações Internacionais ao Centro Universitário Ibero-Americano (UNIBERO) do ano de 2006 está disponível para baixá-lo, basta clicar no link abaixo:

União Européia: Supranacionalidade e Soberania

                                                                                                  

                                                                                                       FONTE: Genessalves's Blog

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Internacionalização do Marketing e o Marketing Digital

 

 por RODRIGO GENESS ALVES *

 

Em um mundo cada vez mais competitivo, onde o marketing está cada vez mais voltado para uma segmentação dentro de uma variedade de produtos e serviços oferecidos no mercado, há a necessidade de ver as tendências de mercado para facilitar o escoamento dos produtos aos clientes ao levar em conta todos os ambientes de marketing estudados. Este artigo propõe descrever e analisar a Internacionalização do Marketing e o Marketing Digital separando cada tema primeiramente para mostrar as suas particularidades e colocar na balança os as causas positivas e negativas. Posteriormente mostrar os dois temas juntos ao explicar como a Internacionalização do Marketing está diretamente conectada com Marketing Digital que pode ser considerado como um dos maiores aliados deste processo.

 Internacionalização do Marketing e o Marketing Digital

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Novas Tecnologias de Aprendizagem na Educação


 
por RODRIGO GENESS ALVES *
 
 
Este artigo se propõe a analisar as Novas Tecnologias de Informação e Comunicação (NTICs) utilizadas na educação para facilitar a aprendizagem dos alunos. Portanto este artigo tratará sobre as possibilidades e seus desafios das NTICs ao relatar o seu desenvolvimento histórico e as variadas formas de Ensino a Distância. Em seguida mostrará métodos auxiliares na aprendizagem onde serão focados recursos das novas tecnologias e também a Internet. E finalmente este artigo analisará sobre software livre, softwares educativos e o plágio. O intuito dos temas analisados nos capítulos é dar foco à importância da valorização do conhecimento como um todo, sempre quando são usadas novas tecnologias que podem ser consideradas como umas das maiores aliados deste processo.

Novas Tecnologias de Aprendizagem na Educação 

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